Anvisa anunciará consulta pública sobre a revisão da inclusão da c4nn4bis na farmacopeia brasileira

A sociedade brasileira terá 45 dias para contribuir com comentários e sugestões sobre as atuais definições e possíveis alterações

Por: RedeAbracon com informações de Cannalize

Conforme divulgado no Diário Oficial da União, da última terça-feira (20), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em breve abrirá uma Consulta Pública para a revisão de artigos técnicos relacionados à inflorescência da c4nn4bis, isto é, suas flores.

Segundo o Artigo 1º deste comunicado, será concedido um prazo de 45 dias para que qualquer pessoa envie comentários sobre as definições já existentes e também faça sugestões para inclusão de novas informações. Após esse período, a Anvisa analisará os termos submetidos à consulta pública.

Os pedidos de revisão devem ser formalizados por escrito, utilizando um formulário disponibilizado pela agência. Esse formulário é um apêndice da Farmacopeia Brasileira, o compêndio, ou seja, informativo oficial que estabelece os padrões de qualidade para insumos e medicamentos no país.

Junto com a c4nn4bis, diversos outros insumos vegetais foram incluídos na lista para consulta, tais como anis-estrelado, canela-da-china, capim, endro, estévia, gengibre, romã e valeriana.

Você pode conferir o documento oficial aqui.

Colocar a flor da c4nn4bis em uma lista junto com outros produtos derivados de plantas pode sugerir que a Agência esteja considerando como um fitoterápico, em vez de um produto controlado.

No entanto, até o momento, não existem detalhes definitivos sobre a inclusão da c4nn4bis na Farmacopeia nem sobre as intenções específicas da agência reguladora com relação à consulta pública.

No Brasil, o uso da C4nn4bis é permitido exclusivamente para fins medicinais e requer prescrição médica para a compra. Atualmente, ela está disponível mediante importação, em farmácias autorizadas e também através de associações de pacientes como a Abrace.

Para saber como ter acesso ao Óleo Esperança produzido pela associação Abrace clique aqui. 

SAC