“Deixe seu preconceito de lado porque é outra qualidade de vida”, diz mãe de paciente

Eliane, mãe da pequena Ariane, conta sobre a felicidade que é ver a evolução da filha após iniciar o tratamento com óleo da Abrace

Por Rede Abracom

É um fato que a vida antes e depois da Cannabis é feita de universos totalmente diferentes e separados por uma mudança: a qualidade de vida que os pacientes têm ao iniciarem seu tratamento. Eliane Rodrigues, mãe de Ariane que tem 12 anos, conta que a sua gravidez não constatou que a pequena tinha Persistência do Canal Arterial (P.C.A.) e, somente após o nascimento ao surgir as primeiras crises de epilepsia, que ela viu sua rotina mudar para dentro de hospitais.

“Ela nasceu aparentemente sem nenhuma doença. Nenhum dos exames constatou nada, porém ao nascer foi descoberto que ela tinha um P.C.A. Aos cinco meses, Ariane teve sua primeira crise, foi desesperador e vi a minha rotina mudar para os hospitais de Campina Grande”, disse.

Eliane conta com orgulho ao falar o quanto a vida de sua filha mudou depois de iniciar o tratamento com Cannabis. Mas não foi só a vida de Ariane que mudou depois da Cannabis, os pais também puderam sentir a mudança em suas rotinas.

“Eu não tinha vida, nem eu nem o pai dela. É emocionante falar, pois ela convulsionava quase que 24 horas por dia. Era desesperador e eu não sabia o que fazer, já pedi a Deus para trocar de lugar com ela. Depois da Cannabis foi só vitória e, hoje, Ariane fala algumas palavras, se mexe e até anda. Hoje, inclusive ela frequenta escola e interage com os colegas. Eu só tenho a agradecer, pois minha filha agora tem qualidade de vida”.

O desenvolvimento da filha de Eliane trouxe felicidade ao ver que a criança já demonstrava seus sinais de evolução após ter seu tratamento iniciado. “Ela pedia para ir para o chão, o tronco ficou firme e teve o dia que ela andou. Foi emocionante! Moro em frente a uma praça e ela atravessou de um canto a outro, foi uma coisa linda de ver”.

Eliane finaliza com um recado para as mães que insistem em argumentos preconceituosos do tratamento com a Cannabis: “Deixem o preconceito de lado e pensem na melhoria do seu filho, em quanto ele pode ser beneficiado por isso. Toda mãe que já passou pelo que eu passei tem que ver como a Cannabis traz evolução e melhora na qualidade de vida”, finalizou.

SAC