Depois da Cannabis pude ter uma vida normal, relata associada após usar o óleo da Abrace

Associada da Abrace, Adriana Porto convivia com diversos medicamentos analgésicos fortes para aliviar seus sintomas, hoje apenas a C4nnabis é suficiente, relata.

Por Rede Abracom

O Ministério da Saúde classifica a Fibromialgia como uma síndrome que engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição e distúrbios do sono. Segundo um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a maior parte dos portadores dessa doença são mulheres, a porcentagem varia de 75% a 90% das pessoas acometidas.

De acordo com informações da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a fibromialgia pode aparecer depois de eventos graves na vida de alguém. Traumas físicos, psicológicos ou uma infecção grave.

Adriana Porto, associada da Abrace Esperança, é uma das mulheres que convivem com a fibromialgia e contou que quando descobriu que tinha a doença, fez diversos exames que reveleram alterações em seu corpo.

Devido à grande quantidade de remédios que usava, uma ela das reações adversas que mais impactou foi o ganhou peso, cerca de 35 quilos. Foi então que Adriana decidiu usar a C4nn4bis para ajudar em seu tratamento e ficar livre dos efeitos colaterais dos fortes remédios.

“Comecei a usar o THC já no final do mês de maio e em junho passou a usar o CBD também. A ação conjunta trouxe mudanças vida e foi através da C4nn4bis que passei a ter uma vida normal”, disse a associada.

As medicações usadas nos tratamento da fibramialgia são antidepressivos, relaxantes musculares e neuromodulares. As medicações são diversas devido à quantidade de dores que os pacientes sentem, mas a dependência das doses cada vez mais altas impactam na qualidade de vida do paciente.

“Eu cheguei a tomar 8 tipos de medicamentos por dia para combater as dores. Atualmente não uso nenhum medicamento alopatico, e posso garantir que sem dúvida alguma, tenho melhor qualidade de vida e não dependo de nenhum medicamento. Agradeço muito a Deus e a Abrace”, conta emocionada a associada.

SAC