Feliz Dia das Mães às cuidadoras de filhos com necessidades especiais.

Feliz Dia das Mães às cuidadoras de filhos com necessidades especiais
Neste Dia das Mães, as mães guerreiras de associados da Abrace são as homenageadas.

Por Rede Abracom

Mãe. Uma palavra que resume muitos sentimentos e atitudes, mas que principalmente nos traduz o exato sentido de um verbo: amar. Hoje, com mais de 30 mil pacientes cadastrados, a Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace) convive diariamente com as mais fieis seguidoras dessa mais sublime forma de viver.
Para cuidar de uma pessoa com necessidades especiais é preciso dedicação e é assim que vivem as mulheres que entram em contato com a Abrace. Elas estão sempre buscando pelo melhor tratamento para seus filhos porque o mais importante é que eles possam ter qualidade de vida.
Nós conversamos com duas mães que dedicaram suas vidas para cuidar de quem tanto precisa. Ambas disseram que sofriam muito antes de iniciar o tratamento com os produtos a base de Cannabis em seus filhos e que só puderam se alegrar ao ver a melhora na condição deles.
As duas mudaram suas vidas para conseguir ser mãe em tempo integral, inclusive abdicando de carreira profissional ou escolhendo a profissão de acordo com a necessidade do filho. São dois exemplos do que significa realmente ser mãe.
A Abrace aproveita a data para parabenizar todas estas cuidadoras oficiais que enfrentam dificuldades, mas que sabem que o amor entregue é completamente recebido de volta.
Sonia Maria
Sonia Maria Emília mora no Rio de Janeiro com sua filha, Samara de 29 anos de idade. Samara convive com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) na sua forma mais severa, além de Síndrome de Rett, insônia e agitação desde os cinco anos.
Abrace: Ela melhorou depois que começou a usar o óleo?
Sonia: “Ela está tendo uma melhora gradual, então eu agradeço sempre a existência do óleo. Ela voltou a dormir o suficiente para descansar, parece que a mente dela fica ligada o tempo inteiro e o óleo dá uma desligada. O óleo tem sido fundamental”.
Abrace: E com todas essas melhoras que ela já sentiu, como vc se sente? Como está o seu coração de mãe?
Sonia: Meu coração de mãe está grato e esperançoso porque mesmo se for um processo lento eu estou com esperança dela melhorar cada vez mais porque eu me encontrava totalmente desestruturada, desesperada, seis meses sem dormir.
Abrace: Como era pra você ter que conviver com todos esses problemas dela?
Sonia: Ela foi rato de laboratório, já foi testada tanta medicação psicotrópica que a mente dela deteriorou, nada dava certo, mas o que deu uma melhorada foi o óleo. Minha vida sempre foi um sofrimento, ela pequena ainda fazia tudo, mas foi regredindo, ficando mais dependente de mim, então é um sofrimento constante para mim que cuido dela e para ela, que é pior porque não fala, eu tenho que adivinhar tudo que ela quer pelo olhar. É muito difícil.
Abrace: Pra você, o que é ser mãe?
Ser mãe para mim é uma coisa muito séria, é uma dádiva de Deus, é um comprometimento com aquele ser que você colocou no mundo, é se doar. Ser mãe não é para qualquer um, você tem que amar, mas amar mesmo com amor que vem da alma. Eu larguei tudo para ser mãe e continuo largando porque é para Samara, eu não tenho vida própria, eu vivo a vida da Samara. Mãe esquece de si mesma, é se doar por inteiro.
Diana de Cassia
Diana de Cassia mora na Paraíba e é mãe de um rapaz de 17 anos de idade. Ele tem TEA e sofre com convulsões, além de dificuldades de comportamento. Diana está desde setembro de 2021 se dedicado ao curso técnico de enfermagem e a motivação é ajudar o filho.
Abrace: Ele melhorou depois que começou a usar o óleo?
Diana: Foi maravilhoso ter encontrado o Cassiano (Gomes, diretor executivo da Abrace), que sempre me escutou todos esses anos. Meu filho começou a ter atenção sobre as coisas que antes ele não notava, atender os comandos que fazemos pra ele e diminuiu as crises de convulsões.
Abrace: E com todas essas melhoras que ele já sentiu, como você se sente? Como está o seu coração de mãe?
Diana: Eu estou maravilhada, grata, porque antes de tudo eu só vivia chorando, cheguei chorona à Abrace. É muito difícil ver um filho sofrendo, tomando muitos remédios sem sucesso, só piorava.
Abrace: Como era pra você ter que conviver com todos esses problemas dele?
Diana: Eu me sentia incapaz quando não conseguia ajudar.
Abrace: Pra você, o que é ser mãe?
Diana: É puro amor. Eu estou estudando enfermagem pra cuidar melhor de meu filho porque eu sei que assim vou conseguir fazer o que ele precisa de mim.

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