Filha de paciente que faz tratamento de Alzheimer com Óleo Esperança da Abrace fala da mudança na vida da mãe: “mudou a vida de toda família”

A associada da Abrace Esperança, Lázara Rubio, é idosa e há alguns anos sofreu um derrame cerebral. Como sequela, ela desenvolveu um quadro de Alzheimer, doença degenerativa que afeta a assimilação de novas memórias por parte do paciente e também expõe um quadro de confusão mental.

Por conta dos problemas ocasionados pela doença, Lázara enfrentou diversas dificuldades. Durante 7 anos, ela ainda não usava cannabis medicinal da Abrace, e teve de lidar com a chamada discinesia tardia, que são movimentos involuntários em todo o corpo, além dos sintomas de demência, como o esquecimento de nomes, confusão em relação aos afazeres e outras dificuldades.

Esses problemas ocasionados pela doença geraram desconforto em toda a família que cuidava de Lázara. Eram situações que causaram transtornos afetivos e de sociabilidade com a família.

Em depoimento, Flávia Cândido, filha de Lázara, explicou como, com a ajuda do Óleo Esperança da Abrace , esse panorama na vida da mãe e da família mudou radicalmente para melhor.

A ajuda da Abrace

Na entrevista, Flávia explicou que antes do tratamento com óleo de cannabis, Lázara fazia a utilização de medicamentos tradicionais, que afetam a saúde da mãe com os efeitos colaterais provenientes daquelas substâncias.

Inicialmente, Lázara teve um acidente vascular cerebral (AVC), que desencadeou um quadro de demência e posteriormente o diagnóstico de Alzheimer. Este cenário de tratamento tradicional para conter as sequelas das doenças perdurou durante 7 anos, quando começaram os quadros da discinesia tardia, que ficaram incontroláveis por parte da idosa.

“A discinesia foi se agravando, chegando a um ponto que minha mãe não tinha domínio daqueles movimentos dos lábios, dos olhos e cabeça. Além disso, a demência dela foi aumentando e se iniciava um quadro de Alzheimer. Ela não me conhecia mais, me chamava de moça, dizia assim: ‘ah, a moça veio aqui ontem, ela limpou a casa’, e isso ela dizia para mim”, relatou.

Com tantos problemas, em 2023 aconteceu um episódio que agravou ainda mais o estado de saúde de dona Lázara. Uma queda, onde ela bateu a cabeça e piorou o quadro dos sintomas que já existiam. Flávia buscou, então, tratamentos alternativos de saúde, entre eles, a cannabis medicinal.

“Eu não perdi tempo, meu marido sempre pesquisou medicamentos à base de cannabis. E ele dizia que essa era a solução. Então, um dia, ele assistiu um vídeo da filha cuidando da mãe com óleo de cannabis. A mãe dela também tinha Alzheimer. Foi onde (no vídeo), que ela falou da Abrace”, disse.

Depois de ter o primeiro contato com a Abrace neste vídeo, a mulher fez uma pesquisa e constatou o profissionalismo da associação. Ela entrou no site, viu o médico prescritor mais próximo da região onde ela morava e marcou uma consulta com uma psiquiatra, da cidade de Jaú, no Estado de São Paulo.

“A psiquiatra adicionou o tratamento com o óleo de cannabis junto dos medicamentos de uso contínuo que a minha mãe já fazia, além de alguns outros remédios. Assim, eu fiz o cadastro na Abrace, adquiri o óleo de cannabis e iniciei o tratamento”, contou.

Com o tratamento iniciado, a filha de Lázara disse que a melhora da mãe foi substancial. Desde 2023 utilizando o óleo da Abrace, Flávia conta que a vida mãe foi mudada para melhor.

“Hoje posso dizer a todos que não tenho dúvidas: o tratamento mudou a vida da minha mãe e de toda a família também, pois os resultados são positivos. Isso nos trouxe um grande alívio. Antes, ela me chamava de moça, hoje ela me chama pelo nome”, constatou a filha sobre o tratamento com o óleo de cannabis da Abrace.

A filha contou ainda que a mãe passou a reconhecer a filha, o cunhado, que também não eram reconhecidos anteriormente por conta dos quadros de Alzheimer e da demência. Lázara também passou a não ter mais os movimentos involuntários que tinha no próprio corpo.

“Parece um milagre, mas não foi milagre, ela melhorou muito mesmo com o óleo de cannabis”, destacou Flávia.

SAC