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Cannabis praticamente zera convulsões epilépticas

Por ABRACOM

pacientes com epilepsia encontram no tratamento com cannabis a melhor resposta para reduzir as crises, ter mais saúde e boa qualidade de vida

Na data de hoje, a segunda segunda-feira de fevereiro, mais de 120 países promovem ações para marcar o Dia Internacional da Epilepsia, uma síndrome que deriva de vários defeitos nas células cerebrais, que leva ao desenvolvimento de convulsões. As crises são como descargas elétricas recorrentes, originadas em diferentes regiões cerebrais, e podem causar distúrbios de movimento, comportamento, consciência e sensações.

Na Abrace são mais de 2 mil associados que declararam, ao fazer o cadastro, o uso do óleo para o tratamento de epilepsia, mas esse número pode ser maior visto que existem inúmeras outras patologias que podem desencadear o quadro da epilepsia.

Essa data foi instituída para conscientizar e ajudar a derrubar preconceitos e promover ações educativas direcionadas a pacientes e à sociedade civil, a fim de dar mais visibilidade e compressão social.

As epilepsias são consideradas, pelos órgãos públicos de saúde, um distúrbio neurológico crônico mais comum. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo cerca 50 milhões de pessoas vivem com esta patologia e no Brasil mais de 3 milhões, e o risco de morte prematura em pessoas diagnosticas com epilepsia é até três vezes maior.

Outro dado importante da OMS é que até 70% das pessoas que vivem com epilepsia poderiam viver sem convulsões com tratamento adequado.

Não existe cura para epilepsia, mas vários estudos e casos clínicos já constataram que o tratamento com a Cannabis é muito eficiente, além de praticamente abolir as crises, o óleo tem um efeito neuroprotetor, que protege os neurônios durante os ataques epiléticos.

Sem crises e com vida: relatos emocionantes

Uma das primeiras associadas da Abrace, que fez e faz uso do óleo para tratar o filho com epilepsia, foi a mineira Cintia Duarte, mãe do Bernardo, um menino lindo, de sorriso largo e olhos azuis que mais parecem duas safiras, mas a mãe notava algo de estranho na criança.

“Eu notava que as vezes ele ficava parado olhando para um lado. Até que com dois meses de vida, eu estava dando de mamar a ele, e ele deu a primeira crise convulsiva e nunca mais parou. Passamos por vários médicos. O Bernardo começou a tomar um medicamento, dois medicamentos, três medicamentos, quatro. Não funcionava, ele só piorava. Ele chegou a ter mais de 147 crises num dia”, relata.

Chorando durante a entrevista a mãe conta que Bernardo parou de falar, parou de segurar as coisas, parou de se mover. “Eu só sabia que ele estava vivo porque ele piscava os olhos”. Cintia relata que sabia que seu filho não resistiria, ela sentia isso. Foi então que em 2015 ela começou a pesquisar e chegou na Abrace. O óleo chegou no dia 24 de dezembro daquele ano, como presságio de algo maior, um presente de Natal, aliás o melhor presente para aquela família.

“O Bernardo começou a tomar o óleo naquele Natal e hoje, cinco anos depois, nós não sabemos o que é um hospital. Meu filho não adoece, a imunidade dele é muito boa. Nós tivemos covid aqui em casa, eu e meu marido, tivemos que cuidar dele por causa da quarentena e ele testou negativo para a covid. Ele é um menino muito forte. Hoje ele sorri de novo para a gente. Ele voltou a chamar “ma”, conta Cíntia.

Outro exemplo de sucesso do uso do Óleo Esperança para controle de crises epiléticas é o caso da médica Pamela Gouveia, com diagnóstico de epilepsia fotossensível, que nela causa desmaios sua principal queixa é a falta de autonomia. A médica não sabia do diagnóstico até meses atrás quando teve o primeiro desmaio e precisou ser hospitalizada.

“Durante o início da pandemia do Covid-19, passei horas no computador atendendo por telemedicina, após 10 horas de atendimento, houve a primeira síncope. Até esse episódio, do desmaio, meu diagnóstico era enxaqueca fotossensível. Mas após essa crise os exames neurológios confirmaram a epilepsia”, avaliou a médica.

Vieram outros desmaios e sua vida ficou limitada: não se sentia segura para ficar sozinha com os filhos, dirigir, gerando muito sofrimento para a família. “Eu via nos meus filhos a preocupação com minha saúde. Foi angustiante no início. Principalmente por trabalhar com saúde mental, me ocorria a preocupação do quanto essa vivência poderia afetá-los”, disse a médica.

Pamela além de paciente que faz uso do tratamento, é também prescritora dos óleos da Abrace para seus pacientes. Ela já conhecia a associação como referência de encaminhamento e confiança aos seus pacientes e foi sua opção após o tratamento convencional com alopáticos não ter o resultado esperado. “Considero os resultados extremamente significativos, não chego mais a desmaiar, no máximo uma dor de cabeça após um tempo de exposição a luz artificial, voltei a trabalhar com teleatendimento. O tratamento resgatou não só a minha qualidade de vida, mas também a de minha família”, conta.

São milhares de relatos que mostram a eficácia do tratamento com a planta Cannabis sativa para fins medicinais no tratamento de epilepsia. Os canabinoides atuam em diversos sistemas de receptores sem apresentar efeitos adversos tóxicos, ao contrário dos alopáticos que muitas vezes causam efeitos colaterais incapacitantes. A qualidade de vida desses pacientes está sendo garantida por essa planta milenar.

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