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Criança ganha qualidade de vida graças à Cannabis

Por Rede Abracom

Já imaginou precisar passar mais tempo internada em hospital que em sua casa? Essa era a história da vida de Esther Vitória, diagnosticada aos sete meses de vida com síndrome de West, que a fazia ter mais de 100 convulsões por dia e ainda vários outros problemas no dia a dia.

A mãe da menina, Emanuelle Santana, falou que antes de administrar o óleo de Cannabis, vivia praticamente só para Esther, apesar de ter mais dois filhos. “Era o dia todo, era alimentação, dar banho, ia dormir super tarde, não tinha horário certo para dormir, além dela tomar vários medicamentos que não funcionavam e o médico foi bem claro ao dizer que era só para amenizar, para ela não morrer logo”.

A criança tinha problema respiratório e refluxo. Ela ficava sempre interna e teve indicação para fazer até uma cirurgia, mas a mãe não aceitou por medo do que poderia acontecer com a menina após a intervenção cirúrgica.

“Foi tudo mais difícil, um alimento que era para ela comer em meia-hora, ela comia em uma hora e meia, mas eu preferi fazer isso do que ela se submeter a uma cirurgia e depois acontecer coisas piores. Quando ela comia, uma parte ia para o estômago e a outra para o pulmão, então ela bronco aspirava, vivia cheia de pneumonia dentro, tomava vários antibióticos e aí voltava para casa e voltava tudo de novo”.

Esther chegou a tomar 50 gostas de Gardenal pela manhã e 50 a noite, além de 50 mg de Amato e Neural duas vezes ao dia. Mas toda esta medicação não surtia o efeito esperado e ela sofria com as consequências.

“Antes do óleo, ela tinha 100 convulsões por dia, que chamam de espasmos, e no primeiro dia do uso das três gotinhas milagrosas ela baixou de 100 para 50 a 55 convulsões. Depois foram só diminuindo e hoje ela não tem praticamente nenhuma e se tem é bem fraca porque a gente não consegue nem perceber. Depois do óleo foram várias evoluções, ela não tinha equilíbrio e agora ela tem, ela fala, canta, grita, assiste televisão, fixa o olhar e tem coordenação motora, hoje ela faz tudo isso e muito mais”, contou Emanuelle.

A mãe explicou ainda que ela se engasgava com a própria saliva e não conseguia pegar as coisas. Emanuelle falou que agora pode dizer que tem qualidade de vida, com liberdade para sair de casa, estudar e ter projeto de vida. Com a filha usando o óleo, conseguiu concluir o ensino médio e passou a ter sonhos para melhorar a vida.

“Eu creio que para nada ela vai ter dificuldade, vai estudar como uma criança normal, vai se formar. Hoje, ela é uma criança normal, ela sabe dizer o que ela quer e o que ela não quer, então o céu é o limite não só para a família, mas principalmente para ela”, declarou.

A avó da menina, Maria das Graças, disse que Esther passava quase um mês internada. “Porque quando ela tinha as convulsões, ela ficava praticamente morta. Então ia para hospital e quando chegava ao hospital, ela ia para balão de oxigênio e a gente via que ela não ia resistir, foi muito sofrimento”.

Foi a avó que encontrou na Cannabis uma saída. Ela descobriu que no posto de saúde havia um médico naturista que poderia receitar o óleo para a criança.

Agora a vida de Esther é realmente uma vida. Ela se comportar como uma criança deve se comportar graças à Cannabis e ao amor de sua família.

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